terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Le Rayon Vert

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Destino


Nesta inquietude de alma, resultado duma explosão de pecados ingénuos à folia do desespero, penso no sentido que terei de dar a minha vida. Primitivamente caio na tentação sem perceber o porquê. Penso ser alguém com um desejo frutífero de mudar, que por vezes é inacessível. Mas eu quero!
Não desejo um pacto com o diabo que gradualmente consome a minha alma, a alegria de viver e a vontade de querer amar.
Pouco importa esta sensação assustadoramente energética e duma dor perturbadora, importa sim o destino, o meu destino!
Tornei-me num jogo de palavras indecifráveis imperceptível ao olhar analítico do meio em que sobrevivo! Porém, desejo exprimir a vida com a sua verdadeira finalidade, na qual erroneamente o homem tornou-se o reflexo da destruição maciça da individualidade que aborta o brotar de novas capacidades e novos ideais.
Mas quero traçar um caminho aceitável. Quero ser o homem de coração apaixonado um idealista samaritano, que manifesta as objecções optimistas que definem a vida.

terça-feira, 28 de Julho de 2009

Célula De Deus

Deus, desde os Seus confins sagrados interpela-nos para a razão de viver neste universo dramático, carismático pela dúvida que pauta o surdo mistério do sentido de viver.
Exorto a palavra divina actualmente corrompida pelos pecados mundanos e desesperados duma espécie dita racional, mergulhada na futilidade geradora de ódio e descrença nos sentimentos.
Vivemos numa tômbola de prazeres desfalecidos de humanidade e repletos de egoísmo. Na insuficiência da razão as nossas almas evidenciam-se no rosto de olhares descaídos, vagos e perdidos pela dor duma vida patenteada pelo desenvolvimento moral e psicológico inconsciente.
Quando a vida prolifera na dúvida, surge a ânsia de alcançar um novo estado de crença. E assim desenrola-se este ciclo de descoberta na terra dos desejos.

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

O Luar

Feitiços de amor ao luar que o inexorável fluir da vida oferece, associado ao escárnio duma ligação perpétua.
Duma estética descontínua de arte profética, escutei a voz do futuro. Eram palavras perversas e sádicas que não queria ouvir. Escolhi o silêncio e acabei por sofrer uma severa repressão de sentimentos. Deste silêncio herdei o gosto pela escuridão, pelo obscuro, pelo sombrio. Acabei com uma tendência desmesurada para o belo dramático das almas perdidas que Deus conhece.
É uma atrocidade todo este sentimento de um coração fechado, de um olhar perpetuo fixado no nada. A clara evidência de querer um futuro melhor encontra-se na esperança dos meus actos.
Já não sinto a ideia de passividade mas sinto o enaltecer da minha alma para a superação dos obstáculos, pois anseio instituir o primado da espiritualidade sobre o materialismo, nesta vida transitória de pecados mortais.
Amor é esperança.

terça-feira, 28 de Abril de 2009

Sentimentos perdidos no vago existencial do amor.

Vivo imundo de dúvidas existenciais, vendo-me emergido numa dor de alma ao qual pensei estar alheio. Aguento-me angustiado, farto de ineptos de afectos e fracos de coração, almas impuras destinadas aos tormentos do desgosto da solidão, apatia a minha ao mundo mundano.
Mistérios do amor que obrigam-nos a vaguear nos mais recônditos sinais de aparências que premeditam o futuro.
No fundo sou amor, sou paixão, sou loucura.
Sou uma mistura insignificante num mundo inquietante.

sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Sli'kha

Pecados aos quais não soube resistir conduziram-me ao prazer momentâneo e consequentemente ao abismo.
Perdi o controlo sobre mim mesmo, mas não escondo este erro, com qual arrecadei a minha própria desilusão. Preciso da humilhação. Preciso da vergonha.
Quero chorar, mas não posso chorar, perdi as minhas forças, enquanto penetrava nos jogos maquiavélicos da luxúria. Tudo fictício, até o meu prazer.
Já não sei quem deveria ser, corro para o fogo donde devia fugir.
As minhas certezas evaporaram-se. Os meus sonhos desapareceram.
Já mergulhei em vários olhares mas em nenhum encontrei amor.

segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Expressão do Silêncio

Estamos cegos pela indiferença!
Toda a serenidade nos nossos olhos, deve-se ao nosso puro e simples egoísmo.
Somos fruto duma geração de prazer fácil e momentâneo, desejamos e somos objectos de desejo. Perseguidos pela preguiça, promovemos o desinteresse pelo próximo e pelas boas acções, que nos custam tempo e dinheiro. Acabamos destruídos pelos nossos próprios actos, e esquecemos os pobres rostos filhos da verdade e da pureza.
Perdeu-se o significado de dar, partilhar e ajudar. Palavras e actos perdidos na ilusão do material e na esperança da riqueza.
Oh Deus, hoje o trocadilho é outro! ‘Deus quer, o Homem ignora, e a obra destrói’.

quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Um corpo sem alma.

Preciosos momentos partilhados com mistura de deliciosas palavras devoradas por um apetite voraz de ouvir o som de tão bela melodia. Fico perplexo diante de algo tão precioso, mas puramente momentâneo evidenciado na verdade das palavras.
Arrisco ao afirmar que estou num período de maior vulnerabilidade exacerbado de enorme ansiedade envolvido em sonhos e ilusões. Mas chegou a hora de conseguir escutar os sons audíveis e deixar apenas a mente fluir.
Tenho presentes os maus exemplos do passado, e acarreto alguns prejuízos individuais. Sinto que sou apenas um corpo, não existe alma. Vivo no vazio incerto e o tempo rasteja.

terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Apenas o Silêncio

Não passam de ilusões.

sábado, 17 de Janeiro de 2009

Conexão ao céu, de coração e mente.

Amor é conjugação perigosa, que não se explica, pois não submete-se a meras palavras.
Talvez a minha objectiva seja particularmente diferente da verdade que é imposta. Os meus pensamentos partem de pronúncias intimistas e confessionais do que vivi e experienciei.
Na verdade, preferia vaguear entre corpos e esquecer a realidade. Mas esquecer o que aparentemente é mau é como o último adeus para a vida! O reconhecimento da dor é o despertar da mente, e a imposição da modalidade sensorial do coração aprender a melhor suportar todos os percalços e males que o envolvem. Só assim podemos atingir um pouco da plenitude da felicidade.

quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Doce Pecado Meu.

Doce pecado meu, que ressalta o meu vago. Toda esta minha subtileza que acompanha-me num trilho dialéctico, unidade impressionista de melancolia mas de suaves pecados oriundos de desejos impiedosos. São sim, doces pecados meus.
Receio grandes silêncios que trespassam-se para medos ocultos do vazio, que transfiguram-se num repúdio duma chama apagada e que no fim traduzem-se em gritos mudos onde a ânsia e a dor deixam-me enlouquecer até ao desfalecimento de toda a minha sanidade mental.
Não pretendo reviver o passado. Passado foram os pigmentos deixados, pesadelos e sonhos vividos, que não passam duma pequena história para contar.
Doce pecado meu, que transparece o drama da minha personalidade e que provoca a fragmentação da minha alma, realidade persistente que hirta da mente. Perdi a noção do tempo e do espaço, estagnando as minhas forças.

sábado, 3 de Janeiro de 2009

Espíritos malignos.

Sinceros momentos de desespero, existentes num fosso sem fim, que nem eu sei donde provém.
Nesta vida incerta, sem um caminho certo para me conduzir ao derradeiro desejo, que é amar. Tentar extinguir o meu próprio ser, desaparecer dos olhares críticos e destruidores do meu ego, evaporar toda a minha essência, tornou-se a verdadeira vontade. Mas partir assim, sem deixar uma modesta lembrança de amor?

domingo, 14 de Dezembro de 2008

Fragmentos Temporais

A noite chega calada e com ela trás a saudade, este meu vicio de pensar, construtor de universos paralelos com uma iminente fuga lírica de fingimento perspicaz que desvenda o mistério das cores do meu coração.
Fragmentos temporais que nunca desapareceram. Incoerente paixão, que tornou-me num coração mal amado, rancoroso e angustiado. De simples pecados de amor deixei escapar pedaços de nós. Que amor atrevido imperceptível ao teu olhar mecânico.
Esse teu brilho nos olhos, esse teu sorriso maroto, essa tua respiração a sussurrar-me ao ouvido, são agora apenas sonhos e retratos teus guardados só para mim, pois nos meus olhos o teu rosto permanece.

domingo, 30 de Novembro de 2008

Absurdamente Eu.


Devo sofrer de um excesso de identidade ou porventura não me conheço e vou percorrendo todos os caminhos que surgem a procura da minha autenticidade. É uma inquietação toda esta incerteza de quem sou. Sou apenas uma incógnita ou um enigma que tento decifrar?
Surjo de tormentos depois duma travessia áspera, para ser aparentemente alguém feliz, mas apenas tranquilizo subtilmente a minha consciência acreditando que tudo têm uma solução.
Não cedo ao atrevimento do sofrimento, mas a dor é tão fraudulenta, é tão sinistra que por vezes infecciona-me a alma quando menos espero. E o simbolismo das lágrimas transfiguram-se no meu saber amar entre o desejo e a acção.
Nesta minha apologia de ver-te pintar o mundo, duma forma mensageira em que proclamas os pequenos fragmentos de quem sou. Mas afinal de que sou eu merecedor? Não vou ficar a divagar por pensamentos duvidosos ou por apenas palavras confusas. Mas por favor, desvenda todo o meu ser, abranda todo está sede de resposta, pois a minha identidade é mais que um conceito complexo que se manifesta.

quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Os sonhos ( :

O sonho comanda a vida é o sonho que nos guia. Todos os homens sonham, pois todos nós somos livres de sonhar, temos esse direito que acaba por ter um papel primordial e influente nas nossas vidas.
O que seria o homem sem sonhar? Seria como uma tela por pintar, pois os sonhos fazem-nos lutar e projectar um futuro ou um presente que se deseja e ambiciona. Nem todos os sonhos são possíveis de realizar, mas o que seria o homem sem lutar? Seria uma pedra por esculpir, pois quando lutamos pelos nossos sonhos trabalhamos arduamente para os realizar.
Talvez sonhar seja apenas uma ilusão do que não se tem ou do que é apenas imaginável, mas ao sonhar viajamos para outro mundo diferente do nosso, onde tudo é possível, onde tudo se torna realidade e o que seria o homem sem imaginar? Seria uma criança sem poder brincar.
Mas ainda melhor do que a ilusão do imaginável, é a insistência em obter a concretização abstracta ou concreta dos nossos sonhos, pois então o que seria o homem sem sonhar?

(Escrito no meu teste de Português)

terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Vou ser sincero

Vou ser parcial comigo próprio e não vou cair no erro de me trair a mim mesmo, não posso esquecer da experiência que carrego nas costas, NÃO! Porque há dias em que acordo em querer algo mais, em desejar alguém ali ao meu lado, em pensar que tudo o que eu quero, realmente terei. Sempre aprendi a lidar com os erros duma forma positiva e altruísta, sempre soube tirar o melhor partido dos meus grandes percalços, mas será que tudo é tão definitivo como eu penso?

Sinto que algo me escapa e que eu não consigo controlar, está a fugir do meu controlo e sem a minha imposição tudo poderá fazer a diferença. Acabo por me envolver em fantasias sem fundamento lógico, em que tudo não passa duma ilusão, ou fantasias meramente criadas por mim.

Por não acreditar em contos de fadas, não acredito no amor fácil e momentâneo, nem sequer vivo na esperança de amores perfeitos predilectos para uma vida, sinceramente, não será isso apenas um desejo da natureza humana? Renuncio o que sinto, pois não acredito em palavras baralhadas e atiradas sem propósito para atmosfera.

Talvez um dia eu acredite no amor, até lá (…).

 

sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

I'm gonna tell you about love

Sagrou-te e fez-te vencedor. Faltou cumprir-se o amor. O meu corpo vivo e desnudado, o meu coração morto e parado. A ligação da terra e do céu, do fogo e do mar, como as nossa almas no cruzamento predilecto da vida. Sou vencedor dos tormentos e dos gigantes da Antiguidade. Acredito que tenho duas vidas, a verdadeira e aquela com qual sonho. Mas tudo pode ser mais do que retórica ou paradoxos.

Sabes quem sou? Pois, eu não sei. Se sei o que fiz? Sei sim, infelizmente. E é assim que eu procuro o longe, procuro a verdade. Fugi de pequenas tramas, de grandes mentiras. Pois o veneno vem coberto e mais vale um inimigo conhecido.

Justiça que és tão rara e humildade que sempre escassa, desembarcai nesta frescura, dai-me o vosso abrigo, pois cá eu não me entrego a paixões infames, não aceito ímpios, aceito amantes.



domingo, 9 de Novembro de 2008

Pensamentos duvidosos

Palavras encruzilhadas, sentimentos quebrados. Sustos perpendiculares que nos guiam numa linha recta. Viver uma vida cheia de emoção ou de utopias. Acreditar num Deus, ou viver sozinho num Universo sem fim. Sentir o medo, ou a coragem da ilusão do tempo? Sou o ideal da procura do desconhecido apenas imaginável. Porquê não tentar subir uma escada sem fim e subir para a perfeição? Mitos e lendas que do nada, tornaram-se histórias de encantar, pois a historia escorre o sangue da vitoria, ou o ódio da derrota. Uma bênção de amor é-me necessário para viver, limpa-me a alma, dá-me a alegria para em tua memória viver. Incerteza do amanhã, faz-me temer o dia de hoje.Barbaridade sem sentido específico, apenas com falácias terríveis de explicar, em que o sentido explicativo do sentimento não existe, apenas se deixa aperfeiçoar ao mesmo tempo que se desenvolve.

Apenas Palavras Confusas

“Apenas Palavras Confusas”, é o meu novo blog, que pretende dar seguimento ao antigo Blog “My Confessions”.

Obrigados :)